Fisioterapia do Biel (fêmur)

Eu fiquei de postar sobre como foi a recuperação depois da retirada do gesso. E peço desculpas por não ter feito isso antes :).

É que nos últimos dias de fisioterapia eu descobri que estava grávida e aí fui postergando o post, postergando…

Enfim, chega né gente, já fazem aí 3 anos que ele passou por isso e tá mais do que na hora de falar sobre o “pós-gesso”.

Durante o uso do gesso eu notei que nos primeiros dias, pelo cansaço da dor, por perceber que não poderia caminhar, brincar ele ficou muito deprimido. Mas logo ele foi dando um jeito de fazer as coisas que ele gostava.

Dançava com as mãos, aprendeu a falar muitas palavras, brincava com os carrinhos na barra do gesso… se virava no berço pra dormir! Quando eu via estava com uma das pernas pra cima!!!

E chegou o dia mais que esperado que foi a retirada do gesso. Ele se assustou bastante com a máquina que cortava porque fazia muito barulho e ele pensava que iam cortar a perna dele :(.

E aí que começa mesmo a recuperação. Coisas que notamos que podem acontecer também com outras crianças mas que é normal:

  • A pele dele estava cheia de bolinhas, de casquinhas. Demorou mais de um mês pra sair tudo.
  • Ele não sabia mais sentar, engatinhar, andar. Acho que ficou feliz porque não tinha gesso, mas estava muito inseguro. Ele tinha muito medo que fosse doer quando mexesse. 
  • A perna que quebrou estava visivelmente um pouco mais curta que a perna “inteira”. Isso é normal, a perna que quebra vai crescer mais que a outra. Hoje com 4 anos, quase 5, a gente nem nota mais a diferença.
  • A perna quebrada também vai parecer mais fina, magra. Isso depois volta ao normal.

    gesso

    Primeiro banho, primeira fisio, sentando pela primeira vez, ficando em pé no sofá, engatinhando, ficando em pé com apoio e finalmente em pé sozinho!

Ele fez um mês de fisioterapia 3 vezes por semana. A Fisioterapeuta tinha muuuuita paciência. por muitas vezes ele só queria brincar e não fazer o que ela pedia, porque mexia na perna dele e ele tinha medo que doesse. Não doía, mas ele tinha muito medo. Ela usava muito a curiosidade dele para alcançar as coisas, a vontade de andar na esteira pra que ele fizesse os exercícios sem perceber.

Na primeira semana na última sessão ele sentou.

Na segunda semana em casa ainda ele começou a engatinhar.

Na terceira semana lá na fisioterapia ele começou a dar os primeiros passos.

Cada criança tem um ritmo. Confesso que quando tiraram o gesso eu fiquei muito preocupada dele não conseguir nem colocar o pé no chão. Mas depois das 3 semanas de fisio ele se recuperou totalmente!

Se posso dar um conselho é ter muita paciência, com a criança na fisio e com o profissional que atende. Às vezes a criança chora, reclama, mas é preciso fazer o exercício corretamente pra ter um melhor resultado.

Espero que tenha ajudado quem quer saber sobre a recuperação depois do gesso!

BjoS!!!

Galinha Pintadinha em Londrina! Nós fomos!!!

Quando a Letícia (@bruxaod) me perguntou se eu sabia que teria show da Galinha Pintadinha aqui em Londrina eu pensei comigo: ferrô. Já venderam todos os ingressos e eu fiquei sem, porque né? Imagina, a Galinha em “pessoa” e penas aqui na nossa cidade… lógico que vai lotar!

Fui atrás de informações e só consegui encontrar a data. 4 de março. Eu precisava sair de casa para fazer umas compras e quando estou descendo do carro no centro vejo um casal com camisetas da Turnê Oficial da Galinha Pintadinha e penso: obrigada Deus! KKK

Eles me contam onde vendem os ingressos (eu não anoto e esqueço, ainda bem que tem Maíra pra me ajudar…) falo com a Kaká e na segunda-feira já estamos de manhã comprando nossos ingressos porque não ia rolar ficar de fora dessa!

Ingressos comprados e vem aquele medo de ir sozinha com Biel e Lais. E se ele não se comportar? E se ela se assustar com o som alto e com os bonecos e só chorar? Mas fui gente, com a cara e a coragem (e uma azia duzinferno)!

E foi lindo!!! Antes de começar o show a Lais meio que quis chorar com a passagem de som (que eu achei um tico alto demais, alias isso e a falta de ar condicionado foram as únicas coisas ruins) mas depois que começou foi só alegria! O Biel e ela curtiram muito! Ele se comportou o show inteirinho e cantou, dançou e se divertiu pra caramba junto com a Bia!

A Lais na música da Mariana fazia o número 1 com o dedinho, coisa linda e fofa de se ver!

No comecinho do show me bateu uma emoção que eu até chorei. Aí olhei para os lados pra ver né se não tinha mais ninguém chorando… não consegui ver direito e pensei comigo:

– Suas coração de pedra!!! Um show lindo desses e vocês aí sem chorar?

Depois, conversando com algumas amigas eu descobri que não fui a única a me emocionar (ufa!). Foi lindo mesmo, quem sabe por serem músicas que escutávamos quando criança acabam mexendo muito com a gente.

O show é demais! Tem o tempo certo, a animação da apresentadora é demais, os bonecos e fantoches são lindos e o repertório é perfeito. Se tivesse mais vezes eu iria com certeza!

Ficam as fotinhos:

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BjoS!!! Popó!

Lais no clipe do Pato Fu!

Há um tempo atrás participamos da promoção da Dermodex – Projeto Baby Star. Você enviava as fotos do seu bebê na posição correta (cada semana era uma) e se fossem aprovadas automaticamente o bebê estaria participando do clipe.

Era bem difícil porque a Pituca não parava KKK! Mas tivemos algumas fotinhos aprovadas. E demoroooou pra sair o clipe. Eu já imaginava que demoraria porque eram muitas fotos e muito bebês lindos!

Mas vamos ao que interessa! Vejam o clipe e prestem atenção onde a Lais aparece:

‎1° ela aparece dentro de um dos barquinhos (1:38)

2° aparece no fundo do oceano com os outros bebes e bichinhos do mar (olhinhos fechados) (2:00)

3° dentro do submarino (olhinhos fechados) (2:24)

BjoS de uma mãe coruja…

Mas veja se não tenho razão???

O dia em que doulei minha doula

Vocês já leram o relado do parto da Lais? Se não, ele está aqui.

A Lorena eu conheci quando começamos o GestaLondrina. Ela dava aulas de Yoga onde realizávamos as reuniões. Lembro de ter pensado: puxa! Que pessoa legal! E a primeira impressão foi a que ficou.

Numa das reuniões nós falamos do desejo que tínhamos de um dia sermos doulas. E combinamos assim: eu ia engravidar e ela ia me doular (afinal ela é fisioterapeuta e professora de Yoga) e depois ela ia engravidar e eu ia doular ela. Nada de contrato assinado, mas muitas vezes o que a gente fala passa um anjo e diz amém (como dizia a minha vó).

E não é que um tempo depois eu tava grávida? Nem foi tanto tempo assim depois do nosso “combinado”. Se eu fosse ter em casa eu chamaria a Patricia Merlin pra me atender. Ela tem experiência nisso, mas no fundo eu queria mesmo que a Lorena estivesse comigo, então na minha cabeça quem sabe eu chamasse as duas hehe. Quando a Lais começou a dar sinais que ia nascer antes, o parto domiciliar foi por água abaixo e eu tive mais certeza ainda que seria a Lorena a me doular.

E ela foi perfeita!  Eu ainda lembro que eu sabia exatamente quando era ela e quando era o Daniel que estavam fazendo massagem em mim, lembro dela falando comigo, me lembrando de respirar, de me entregar na hora das contrações.

Mas não sabíamos de um detalhe no dia em que a Lais nasceu (há exatos 8 meses). Lorena estava grávida de poucas semanas da Cecília :D!

Quando eu soube da gravidez fiquei aqui torcendo pra ela me chamar pra doular, porque eu realmente precisava retribuir o amor que ela me dedicou. Foi muito importante ter ela por perto!

A Cecília também quis apressar, mas a Lorena conseguiu deixar ela mais tempo na casinha, na terça feira dia 21/06 ela parou de tomar a medicação para inibir o parto e ficamos em estado de espera hehe.

No feriado do dia 23 eu fomos passear em Presidente Prudente, se qualquer coisa acontecesse com a Lorena e ela me ligasse, voltaríamos correndo. Dá mais ou menos uma hora e pouco daqui. Ela não me ligou, na volta eu tava vendo as fotos que tiramos no passeio e tinha uma da visita que fiz pra ela. Olhei pra carinha da Lo e pensei: Bem que a Cecilia poderia nascer já, né?

Voltamos pra casa, eu tava fazendo um cachorro quente e arrumando as coisas quando toca o telefone. Eu imediatamente pensei que fosse ela.

– Má, minha bolsa rompeu. Mas eu to tranquila. Vou ligar pro Dr. Alessandro e ver o que ele vai fazer.

– Ok, sem pressa. Qualquer coisa me liga.

Isso era mais ou menos umas 8 e meia da noite.

No próximo telefonema ela me falou que o médico (que aliás foi quem acompanhou o parto da Lais) iria internar mesmo por conta da bolsa rota, mas que ela só ia pro hospital depois que acabasse a novela.

Fui ajeitando as coisas, fiquei pronta pra sair, embora ela tenha me dito que não ia precisar de mim agora porque ela não estava ainda em trabalho de parto.

Todos aqui dormiram, e eu fui descansar também. Acordei la pelas 7 da manhã toda desesperada, pensando meldels já nasceu! Pensa na pessoa esbaforida sem conseguir nem abrir o olho ainda procurando o celular… pensou? Hehe, aí me deparo com uma mensagem dela as 4 da manhã pedindo pra eu ir pro hospital porque não tava fácil. Gelei. Esqueci de avisar que eu não acordo com toque de mensagem! Liguei pra ela e fui tranquilizada hehe. Na verdade foi o seguinte, ela internou e ia tomar uma dose de antibiótico. Ela não estava em trabalho de parto, somente com a bolsa rota. De 15 em 15 minutos entrava uma enfermeira no quarto pra perguntar “ta doendo muito mãe?” “já tá com dor?” sendo que nessa hora específica ela deveria DORMIR! Ela me queria lá pra ela poder descansar :D.

Sendo assim, dei um mamá pra Lais e fui pra lá. Ela estava super bem, fui mesmo pra ela sentir que eu estava presente, e pra reclamar com o médico desse tipo de atitude das enfermeiras. Não são todas que são assim, mas bastam uma ou duas pra tirar a paz. Quando conseguia ela dormia um pouco.

Conheci lá uma bisavó que foi visitar o bisnetinho recém nascido. As enfermeiras do dia já respeitavam muito mais! Foi um sossego.

As contrações estavam bem irregulares. O médico examinou e fez um toque, estava mais ou menos com uns 4 cm (ela havia internado com 1cm e pouco) e o colo estava trabalhando. Os exames que ela fez estavam todos bons. Tudo caminhando pra um parto natural como ela queria. Mas o trabalho de parto não tinha começdo ainda, estava bem na fase latente. Aproveitei pra passar em casa pra almoçar dar almoça pras crianças, amamentar a Lais e descansar um pouco. Quando foi umas 4 e meia eu liguei pra saber se estava tudo bem e o marido dela falou que sim, mas que alguma coisa estava diferente. Amamentei a Lais de novo e fui para o hospital.

Chegando lá vi o Juliano do lado de fora do quarto, ele me falou que a Lorena queria ficar um pouco sozinha. Entrei no quarto devagar e estava tudo na penumbra, ela fazendo exercícios na bola e dançando. Uma coisa que eu achei intenressante é que a Lorena de costas nem parecia grávida hehe! E assim ela ficou, bola, chão, cama. De vez em quando ela cochilava um pouco. O Dr. Alessandro fez mais um toque e estava com 5 pra 6 de dilatação. Senti que pra Lorena foi meio frustrante, mas o que me acalmava foi que eu chegueii exatamente assim no hospital, com contrações super suportáveis e com 5 pra 6 de dilatação e em poucas horas a Lais nasceu. Mas como cada parto e cada mulher é diferente eu focava em dizer pra Lorena não criar expectativas, que ela dilatou em menos de um dia o que eu havia demorado uns 2 dias para dilatar e que era pra ela descansar. Fiz massagem nos pés, conversei com ela bastante tentando deixar o humor dela bom. Aliás, ela não perdeu o bom humor :D.

Nessa fase ela precisava ficar sozinha, então eu e o Juliano agíamos como se não estivéssemos ali, eu só me manifestava quando alguma enfermeira ia no quarto. Geralmente elas vem falando direto com a parturiente, e isso não é legal. Mas depois elas sempre se dirigiam a mim ou ao Juliano. O que mais “matava” era a mulher da copa. Jesusmariajosé todos os santos! Ela entrava sem pedir licença, sem bater a porta. E ia falando alto, acendendo luz… pff.

Nessa hora eu pensei, nossa, acho que a Lo nem vai precisar tanto de mim, ela quer mais ficar sozinha mesmo. Ledo engano! As contrações começaram a ficar mais efetivas, logo que o Dr. saiu do hospital (pra variar…). E eu percebia um ritmo. Comecei a anotar no laptop cada horário de cada contração. Elas vinham de 3 em 3 minutos, as vezes de 2 em 2 e entre umas 5 dessas  muitas vezes tinha um intervalo de 4 minutos. Pensei comigo… ela vai nascer no dia de S. João, não vai ser S. Guilherme. Eu e o Juliano revezávamos nas massagens, ele foi buscar um lanche pra gente. Quando ele voltou com o lanche a Lorena pediu Coca, ela tava com fome! Hehe! A gente deu ué, tava liberada dieta líquida! Ela não conseguiu comer a sopa da janta, mas comeu a gelatina. Foi dada mais uma dose de antibiótico por causa da bolsa rota.

Ela pediu pra ir pro chuveiro, e foi. Eu liguei pro Daniel pra ele me trazer a Lais pra eu amamentar naquela hora (eram umas 8 e meia) porque depois provavelmente eu não poderia mais sair do quarto. Ele demorou um pouco ainda pra vir, e eu fiquei lá no chuveiro com a Lorena.

Nessa hora ela me olhou:

– Má, essa mulherada é tudo louca! (E dava risada!)

– É, eu sei. Pensei a mesma coisa no parto da Lais :D. Inclusive eu tinha um plano Lo. Eu ia chegar em uma reunião do Gesta e falar: Olha gente, bobagem essa coisa de parto natural! Esqueçam! Vão lá e marquem cesarea! Dói muito gente! Esse era o meu plano.

– Sério Má???

– Seríssimo!!! É normal você pensar assim viu? Nem se sinta mal por isso!

E rimos muito nessa hora!

O Daniel estava lá na porta do hospital com a pituquinha. Falei pra Lorena que ia descer e logo voltava, desci correndo, antes avisei as enfermeiras que eu ia voltar caso o segurança invocasse de não me deixar subir.

Pausa para momento coruja

As enfermeiras do hospital me conhecem porque eu fiquei um tempo internada inibindo o parto e depois por eu ter tido a Lais no quarto. Todas querem ver foto da pituquinha! KKK

Despausa para momento coruja

Desci, a Lais no bebê conforto, nem tirei ela de lá, ja tirei os peitos pra fora e ela mamou os dois em tempo recorde! 10 minutos! No total fiquei uns 20 minutos lá embaixo no máximo. Dei tchau pra Lais fofa, um beijinho no marido e subi correndo!

O bicho tava pegando. As contrações aumentaram muito! E com intervalos cada vez menores. Lembro de ter falado que se continuasse assim ligariamos para o médico. De repente a Lorena fala:

– Má do céu, to na transição, to me tremendo toda!!!

E era verdade, Cecília estava chegando gente, e a mãe dela totalmente consciente disso! Foi lindo! Nessa hora eu só afagava a Lorena, não parecia que ela era minha amiga, o sentimento que eu tive foi que eu era mãe dela, sei lá. Muito doido isso!

E começaram os puxos, e eu pedi pro Juliano ligar pro Dr. Alessandro. Ele falou comigo que estava vindo e ia pedir um cardiotoco enquanto isso. Eu lembro de rir e pensar, não vai dar tempo!

Me deu um click na hora, pedi pra Lorena subir na cama e ficar em 4 apoios (porque isso faz com que a descida do bebê desacelere um pouco) e pedi pra ela pra eu tirar a calcinha e ver como estava. Estava quase coroando :D!

Chamei a enfermeira porque eu não tenho experiência em aparar bebês hehe. Falei pra ela ficar ali comigo de prontidão até o Dr. chegar. Eu estava muito emocionada, e quando fico um pouco nervosa tenho a (péssima) tendência de rir. E eu ri não sei do que a Lorena disse, e ela respondeu: Não é graça Má… mas todo mundo achou graça, viu Lorena??? Ae eu fiquei bem séria e falei, é mesmo, não tem graça! 😀

Pedi pro Juliano ligar de novo pro Dr. Alessandro, avisando que realmente a bebê estava nascendo. Mesmo assim as enfermeiras vieram com o cardiotoco pra fazer kkkk! Eu nem acredito nisso quando eu lembro. É mais ou menos assim, se o médico mandou elas fazem, mesmo se o paciente morrer eu acho, elas vão lá e fazem! Mas aí ele chegou e ficou tudo mais tranquilo. Mudamos a Lorena de posição pra ele ver como estava tudo e ela gostou da posição que ela ficou (semi sentada, ela não quis cócoras). E ficamos esperando a Cecília nascer! Ja tinha bercinho no quarto, a pediatra já estava de prontidão.

Nessa hora a Lorena pediu um copo com água, ela estava bem serena, tranquila mesmo. Perguntava o que era para fazer e fazia, foi perfeita! Como ela havia me pedido para filmar e fotografar tudo o que eu pudesse eu fiz isso, mas estava com 2 câmeras ao mesmo tempo, foi tenso haha! A câmera deles era melhor para filmar na penumbra e a minha para fotografar (já que eu não queria dar um flash na baby, de jeito nenhum!).

E ficamos ali esperando a natureza agir trazendo a Cecília ao mundo, quando ela coroou eu lembrei a Lorena de pegar na cabecinha dela pra sentir, era bem cabeludinha! Brincamos que dava até pra fazer uma maria chiquinha e puxar ela pra fora hehe, a Lorena respondeu: ah, bem que poderia ser assim! KKK!

E veio a Cecília! E todos se emocionaram e eu lá tentando filmar a fotografar ao mesmo tempo!!! Foi lindo, mágico!

Foi esperado o cordão parar de pulsar e o pai cortou. Como a pediatra tinha que atender um outro paciente quase na mesma hora ela foi fazer os cuidados iniciais na Cecília. Mas tudo ali no quarto. Como ela estava muito bem, só era bem calminha rs, ela liberou a bebê pra ficar com a mãe.

Ela nasceu dia 24/06/2011 23:12 com 3kg e 48 cm!

Linda fofa e cabeluda!!!

A placenta saiu a gente viu (ainda acho que a minha era muito pequena gente…) tava tudo ok, a Lorena levou alguns pontinhos.

E mais uma vez fui privilegiada de acompanhar o parto de uma pessoa muito especial, ainda mais sendo a pessoa que me ajudou muito na busca e na hora do meu parto!

Pra Lorena, Cecília e Lais tenho uma frase:

“Amor da minha vida, daqui até a eternidade, nossos destinos foram traçados na maternidade.” Hehe!!!

Obrigada Lorena por ter escolhido a minha presença, obrigada Juliano por ter sido um marido/pai excelente, obrigada Pata por me dar força pra seguir mais esse sonho de ser doula, obrigada à todas as meninas do Gesta, obrigada às enfermeiras do Hospital Evangélico de Londrina que depois que entenderam o que estava acontecendo agiram de maneira respeitosa, obrigada Dr. Alessandro Galletto por ter me permitido participar desse momento e ter permitido um parto ativo. Obrigada Cecília! Seu coraçãozinho sempre ótimo durante as contrações, sua tranquilidade depois de ter nascido, obrigada bebezinha linda por existir! Bem vinda!

BjoS!!!

Nem mais nem menos. Escolhas…

Atenção: esse post é enorme!

Gente querida dessa internet varonil! (Ui!)

Faz algum tempo que preciso escrever sobre a maternidade e as escolhas que precisamos fazer.

Vamos para um MACRO flashback de 12 quase 13 anos atrás. Eu tinha 15 anos e estava grávida. E eu quis engravidar, eu e meu namorado (que é meu marido até hoje) queríamos casar, e nem venham com conversinha que eu deveria estar brincando de boneca, porque se eu for contar a situação que estava minha vida naquela época vocês iriam entender que o Daniel na minha vida foi providência divina!

Não vamos fugir do assunto. Escolhi casar, tive outras opções, uma delas seria interromper a gravidez (sim, me deram essa opção pra quem não sabe). Isso na época chegou a me ofender, mas talvez a pessoa não entendesse que eu tinha escolhido engravidar. Pra mim soou como uma banalização da vida do meu filho, mas pra ela era só uma questão de ajuda, de dar um caminho.

Casamos, fiz 16 anos e 4 meses depois o Mateus nasceu. De parto normal, porque eu escolhi assim. Meu médico na época era bem favorável a isso, e me ofereceu o parto sem dor (com analgesia). Eu a princípio não queria anestesia, mas depois do soro com ocitocina e das primeiras contrações após o soro (peguei o médico “no pulo” ele tava saindo pra viajar, então resolveu dar uma apressadinha no parto) e o anestesista ali do lado, sempre tão simpático! Pedi pra anestesiar, e foi tranquilo, não senti nada, a sensação era que tinham tirado algum recheio de mim, Mateus nasceu lindo e bem. Me recuperei bem, e menos de uma hora depois eu já estava amamentando ele. Porque eu quis. Me chamaram de doida, me falaram que era mais fácil dar mamamdeira, mas eu não quis. E eu lembro de falar que se todo parto fosse como o do Mateus eu teria 20 filhos porque não senti nada.

Compramos uma chupeta pro Mateus, e numa consulta com o pediatra ele falou tão, mas tão mal da chupeta que jogamos fora ali mesmo dentro do consultório. Ele não usou chupeta, porque nós não quisemos. Eu nunca desacreditei no meu leite, aliás, nós nem tínhamos condições pra comprar um leite artificial, se ele saísse do peito iria direto pro leite de vaca e eu não achava certo eu ter leite, estar disponível (não trabalhava e tinha parado de estudar) e não amamentar. Além do mais, eu sempre gostei de amamentear. Uma coisa que me arrependo foi ter usado com ele o Método Nana Nenê, sabe aquele que deixa o bebê chorar? Então… se pudesse voltar no tempo e dar um presente a mim mesma seria um sling e um livro do Dr Karp. Mas era a moda da época e todos os pediatras indicavam, e internet meu bem, era só pra enviar email e usar o IRC, ICQ. Não tinha o conteúdo que tem hoje não! E o Mateus seguiu sendo amamentado porque eu quis até 1 ano e 2 meses que foi quando eu cheguei a 42 quilos de inanição. Ele literalmente me mamou! E escolhi parar de amamentar. Quis me cuidar, quis engordar um pouco, ficar mais bonita pro meu marido, pra mim.

O tempo passou e voltei a estudar, porque eu quis. Mateus tinha 5 anos e não nunca tinha frequentado escolinha, uma porque não poderíamos pagar mesmo e outra porque eu não via motivo pra isso, ele sabia tudo o que as crianças da idade dele sabiam indo pra escola. Eu levei ele pro primeiro dia de aula, ele me deu tchau e eu chorei, sim… mesmo passando 5 anos com o bichinho grudado em mim me enchendo os pacová 24 horas por dia, eu chorei, e choro de novo de lembrar.

Voltei a estudar, escolhi o curso técnico em Radiologia porque a jornada de trabalho era de meio dia. Só que… eu gostava do que eu fazia e acabei me destacando. Enquanto a maioria das pessoas que se formaram comigo até hoje não conseguiram emprego, de repente me vi trabalhando em 2 lugares. Coloquei o Mateus na escola em período integral, ele estava na 2ª série. Porque eu quis. E fui levar a minha vida de mulher trabalhadora de tripla jornada. Mas a vontade de ter outro filho foi batendo, junto com os desaforos que você leva no trabalho, com gente querendo puxar seu tapete e numa bela noite eu resolvi largar tudo pra ser mãe novamente (nesse meio tempo marido trabalhou pra caramba também e eu poderia fazer isso tranquilamente)… e larguei tudo, porque eu quis! Me chamaram de louca, de fraca, que eu não aguentava mesmo trabalhar porque queria fazer tudo muito certinho… em menos de 2 meses eu estava grávida, pra mim foi uma tipo de confirmação que estava fazendo a coisa certa.

Gabriel nasceu de parto normal, todo corrido com direito a ser levada pelo médico pra maternidade, ser xingada no trânsito no meio do caminho. Nasceu de parto normal porque eu e ele quisemos. Meu médico me propôs uma cesárea, mas como eu já estava com dilatação ele ia esperar mais 2 dias se não nascesse iria induzir. Quando cheguei na maternidade eu achei que como já estava com dilatação total eu ia conseguir ter esse bebê sem anestesia, mas qual foi a minha surpresa… havia um anestesista simpático lá também que me ofereceu dorgas uma raqui e eu fui anestesiada, porque eu quis. Me arrependi, não conseguia respirar direito com o caninho que colocaram no nariz, não sabia a hora de fazer força, mas até que foi rápido. E pra falar a verdade… eu senti tudo, a anestesia foi agir depois, quando fiquei esquecida no corredor enquanto arrumavam quarto pra mim escutando o Gabriel chorar numa salinha ao lado, sem sentir minhas pernas, sem poder levantar. Me arrependi. Pensava que jamais ia querer outro filho! Tive ataque de pânico e não sabia o motivo, tive depressão pós-parto.

Hoje eu vejo que eu idealizei uma coisa pra hora do Biel nascer mas ficou tudo só na minha cabeça. Na hora foi muito diferente e eu tinha que lidar com aquilo. Biel nasceu bem, um bebê fofucho e risonho que por ser assim abreviou com toda certeza esse período cinza da minha vida.

Quando ele tinha 2 meses fui chamada pra uma entrevista pra trabalhar numa clínica radiológica muito conceituada em Curitiba. Fui pra entrevista porque eu quis. Papo vai papo vem, tenho que falar que tenho bebê de 2 meses e amamento e não ia deixar de amamentar. Ela me diz então que é inviável mas que tinha gostado muito do meu perfil (logo eu que tenho nariz de periquito?) e se eu não tinha mesmo como desmamar o Gabriel e ficar com o emprego. Eu recusei o trabalho, porque eu quis. Indiquei uma amiga muito chegada minha que conheci durante o curso e ela trabalha lá até hoje. Indiquei porque eu quis e porque eu conhecia o trabalho dela. Mudamos pra Londrina, era pra escolher entre aqui e Salvador, mudamos pra cá porque era mais próximo dos parentes, a mudança era mais barata… enfim, porque quisemos. Meu pai queria que eu fosse pra Bahia haha!

Usava muito o sling com o Gabriel e sabia costurar, comecei a fabricar os slings porque adivinha? Eu quis. Não era fácil costurar com o bebê mamando, ir ao correio, loja de tecido etc. Meu marido ainda trabalhava fora, eu tinha que me virar. Nesse meio tempo fui pesquisando sobre parto porque fabricar sling me levou a conhecer muita gente desse meio “materno”. Foi quando uma pessoa começou a questionar sobre meus partos. Confesso que na hora fiquei meio ofendida… como assim não precisava episiotomia? Como assim a anestesia que me deram não serviu pra nada e me atrapalhou? Mas aí a pulga já estava lá, atrás da minha orelha, todo dia pulando e mordendo e cada vez mais ia entendendo o que tinha acontecido comigo. Na minha cabeça parir era natural, eu só faria cesarea em caso de necessidade. Mas eu mesmo não tinha feito nada nos dois partos, foi tudo comandado e feito pela equipe.

E foi aí que a Lais começou a ser planejada. Eu sempre quis ter 3 filhos, mas quando tive o Biel fiquei tão mal que achei que nunca mais ia querer nenhum. Mas de tanto lidar com grávidas, bebês, partos… a vontade voltou! Biel mamou 2 anos e 2 meses porque eu quis. Muita gente falava que ele ia ficar dependente demais de mim, que ele não ia se acostumar com outras pessoas e situações… balela. Eu bem poderia seguir amamentando ele mesmo grávida, mas eu realmente não quis, não tinha mais vontade de amamentar e desmamei. Ele não é nada dependente de mim, fica com o pai e com qualquer outra pessoa na boa, sabe muita coisa pra idade dele e ele não vai pra escola agora, porque eu não quero.

Engravidei de novo, porque eu quis, marido não queria muito não… e dessa vez eu queria tudo, queria sentir a dor, queria saber se tudo o que me questionaram era mesmo verdade. Se parir dói mas é bom, se quando chega a um determinado momento não dói mais, se eu era mesmo capaz de fazer sozinha seguindo o meu corpo e não alguém que está do lado de fora. E eu tive tudo. E era verdade. E eu pari sem anestesia de quatro na cama do quarto do hospital porque eu quis. E porque me deixaram. E por isso sou chamada de louca e corajosa, mas não acho que seja corajosa (louca eu já tenho certeza), eu escolhi, eu fiz. E tudo cooperou pra que acontecesse. Sim, foi totalmente diferente dos outros partos como experiência, não tem como negar! Deixei de ter os outros dois filhos por causa disso? Me sinto “menas main” por não ter feito do jeito que eu imaginava que seria antes? NUNCA! A Lais também será amamentada até quando eu quiser, ou quando ela não quiser mais. Vou continuar a costurar os slings até quando eu quiser, Gabriel só irá pra escola quando eu achar necessário e o Mateus não vai ter Facebook, MSN, Orkut até segunda ordem, porque eu não quero ele exposto na internet com o juízo de amendoim que ele ainda tem.

E pra quê eu to contando tudo isso?

Veja bem, eu escolhi esse caminho. Em todas as escolhas tive consequências. Quem teve que arcar com elas? Eu. Você pode achar que foi fácil, que foi muito difícil, que eu deveria ter feito isso ou aquilo, que sou muito boba, muito louca,  pense o que quiser, isso não vai mudar o que eu vivi, o que eu acho certo pra  mim. São as minhas circunstâncias, é a minha vida.

Quer ter filho de cesarea sem necessidade? Não vai ter meu apoio (como eu não tive de várias pessoas pra ter o parto natural por exemplo), mas eu respeito sua escolha. Quer dar mamadeira pro seu filho? Eu entendo, ordenhar é chato, cansativo e pode ser que pra você não dê pra conciliar o trabalho e a amamentação, e você não tá afim ou não pode largar o trabalho. Te respeito. Não acho que isso mude o amor que sente pelo seu filho. Mas aconselho a todas que conheço que se informem sobre o que é melhor para a situação que estão vivendo, pra que possam sempre ter uma escolha pelo menos informada. Mas respeito minha gente, é fundamental.

Eu luto a favor da humanização do parto, não posso ser desumana com quem tem escolhas diferentes das minhas. Quero que me respeitem nas minhas decisões, não quero ninguém debochando da maneira como pari, como amamento minhas crias. Por isso não vou debochar de ninguém. Não vou mais aceitar como ofensa provocação feita por quem não me entende. Eu sou feliz e resolvida com as minhas escolhas, eu não tenho que provar nada pra ninguém. E estou escrevendo tudo isso porque eu quero, e porque não quero mais me envolver nesse tipo de discussão.

Vale mais um filho meu dizer que eu sou a melhor mãe do mundo que qualquer uma outra pessoa que me julga e não me conhece vir me dizer que sou uma mãe de merda.

Se quer que escutem suas ideias, experimente escutar e tentar entender a ideia dos outros.

BjoS!

Desmame do Gabriel

Eu estou devendo um relato sobre o desmame do Gabriel, então lá vai!,

Reparei que o meu leite já não descia mais como antes, que ele começou a estranhar o gosto. Sentia uns enjôos estranhos e pimba! Tava grávida da Lais.

Fora uma sensibilidade absurda nos mamilos o que tornava toda mamada um suplício que eu não via a hora de acabar.

Comecei a oferecer outras coisas na hora dele mamar, ele foi aceitando. Quando pedia o peito eu dizia que tava acabando, que eu não queria mais dar mamá pra ele e ele foi aceitando, trocando por suco, por um leite (que ele toma desde um ano de idade) com um tiquinho de achocolatado…

E um belo dia que eu não marquei no calendário ele simplesmente não pediu mais, e eu não ofereci. Depois de um tempo eu ofereci e ele não quis mais a ponto de falar que era “nojento”.

Foi tranquilo, eu não forcei ele a parar (mesmo com sensibilidade de um olho no mamilo eu dava o mamá pra ele quando ele queria) e ele também não insistiu pra continuar mamando.

E aquele rostinho dele mamando me olhando que tantas vezes eu vi ficou gravado na minha memória.

BjoS!

Notícias

Hoje é quinta feira 21/10/10 e estou internada no hospital evangélico inibindo um trabalho de parto prematuro.

Estou aqui desde segunda, quando resolvemos ligar pro médico para relatar um certo incômodo que eu estava sentindo na perseguida só que pelo lado de dentro (desculpe… não tem como explicar de outra maneira). Ele me avaliou e viu que estava com o colo apagado e com uns 2 a 3 cm de dilatação e estava com contrações.

A primeira imagem é como deveria estar com 34 semanas e 5 dias a segunda é como eu estava.

E eu teria basicamente um caminho: internar para inibir o trabalho de parto prematuro.

Comecei tomando Aerolin endovenoso em uma bomba infusora (é um vasodilatador que além de servir para aquelas crises horrorosas de asma por exemplo, também serve para inibir parto).

Mas… sempre tive problemas com vasodilatadores. Uma vez tive que tomar Aerolin por conta de uma tosse que eu tive e foi terrível, eu tinha 11 anos e passava muito mal.

O mais engraçado é que não me falaram que era o Aerolin, eu pensei que eu estivesse nervosa, até que reclamei com a enfermeira:

– Poxa! Eu não consigo me acalmar! Eu não sou assim…

– Ah não! Não é que você está nervosa, é que te deram Aerolin.

Huuuum… eu devia ter desconfiado que eram #dorgas.  Aguentei 24 horas de taquicardia falta de ar, até que terça a noite comecei a sentir um aperto no peito e dor na nuca. Pronto to morrendo. Liguei direto para o meu médico (porque já tinha reclamado com as enfermeiras) e ele pediu para trocarem a medicação para Inibina. E foi trocada, inclusive saí da bomba infusora e comecei a tomar a inibina em comprimidos para quem sabe ter alta.

Que nada! Comecei durante a tarde de quarta com contrações regulares e fortes bem pertinho uma da outra o que fez a dilatação aumentar para 4cm ¬¬.

Volta para a bomba, dessa vez com Inibina. E dessa vez sem passar mal! De ontem pra hoje foi a primeira vez que consegui dormir, mesmo com as enfermeiras vindo aqui fazer cardiotoco, medir pressão, temperatura.

O chato da bomba é ter que ficar desligando da tomada pra ir fazer xixi… e assim, tomando soro eu faço muito xixi! Rs…

Com a Laís tudo sempre certo, mesmo nas contrações mais fortes o coração dela lá firme, batendo certinho e me tranquilizando.

Comecei ta tomar Penicilina para o caso da inibição não funcionar e a Lais tenha que ir pra uma UTI.

Mas até agora parece que está funcionando, amamnhã o médico vai tentar de novo mudar para o comprimido pra que eu possa ir para casa. Senão volta pra bomba… ou deixa a natureza agir de uma vez.

O Mateus e o Biel vieram me visitar, o Daniel está se virando nos 30 pra dar conta de ficar em casa com eles, nessa hora que eu vejo o quanto é o amor que une a nossa família. O Biel tem noção absoluta do que está acontecendo, quando vem aqui se comporta direitinho, me abraça, beija, beija a Lais, e depois vai embora dando tchau. Sim, o Biel que há alguns meses atrás mamava no meu peito é o menino mais independente de mim. O Mateus é o meu braço direito em casa, sabe ate por roupa pra lavar, secar. Só tenho que agradecer a Deus por ter colocado esses 3 homens lindos e valentes na minha vida!

Não posso deixar de agradecer a todos que me mandam mensagens no twitter, orkut, facebook, da lista do GESTA, a @lelezinga que ligou pra mim gente. A Anica que até abriu o MSN (cheguei a emocionar kkkk) pra falar comigo.

Ao meu pai e a tia Mara que me ligam sempre pra saber como estamos, pra eu que estou aqui longe esse contato com vocês é essencial pra me fazer sentir bem!

E as meninas aqui de Londrina, A Kaká (que trouxe chocolate, pudim  e enfeite de porta que não tinha dado tempo de comprar quem sabe eu vou ter que usar logo?), a Gisele, a Jana são amigas de verdade que não são só pra festa. Isso me deixa muito feliz!

Eu e a Lais agradecemos de coração e vamos fazer o possível para ela ficar o máximo de tempo dentro da minha barriga, tá gente?

Fotas, sim, tem foto:

Falando com a mamãe na webcam

Todo dengozinho abraçando a mamãe e a Lais

Eu no cardiotoco

Mateus e o cardiotoco (praticamente aprendeu a ler e operar rs)

Visita ilustre da Andrea XD

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Enfim, torçam para que a inibição funcione e eu possa ir pra casa.

Os meninos precisam de mim, mas acho que eu preciso mais deles e estou bem orgulhosa de como eles têm se virado bem!!!

Dependemos só de Deus na vida, e tudo está nas mãos Dele.

BjoS!!!

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