Fisioterapia do Biel (fêmur)

Eu fiquei de postar sobre como foi a recuperação depois da retirada do gesso. E peço desculpas por não ter feito isso antes🙂.

É que nos últimos dias de fisioterapia eu descobri que estava grávida e aí fui postergando o post, postergando…

Enfim, chega né gente, já fazem aí 3 anos que ele passou por isso e tá mais do que na hora de falar sobre o “pós-gesso”.

Durante o uso do gesso eu notei que nos primeiros dias, pelo cansaço da dor, por perceber que não poderia caminhar, brincar ele ficou muito deprimido. Mas logo ele foi dando um jeito de fazer as coisas que ele gostava.

Dançava com as mãos, aprendeu a falar muitas palavras, brincava com os carrinhos na barra do gesso… se virava no berço pra dormir! Quando eu via estava com uma das pernas pra cima!!!

E chegou o dia mais que esperado que foi a retirada do gesso. Ele se assustou bastante com a máquina que cortava porque fazia muito barulho e ele pensava que iam cortar a perna dele😦.

E aí que começa mesmo a recuperação. Coisas que notamos que podem acontecer também com outras crianças mas que é normal:

  • A pele dele estava cheia de bolinhas, de casquinhas. Demorou mais de um mês pra sair tudo.
  • Ele não sabia mais sentar, engatinhar, andar. Acho que ficou feliz porque não tinha gesso, mas estava muito inseguro. Ele tinha muito medo que fosse doer quando mexesse. 
  • A perna que quebrou estava visivelmente um pouco mais curta que a perna “inteira”. Isso é normal, a perna que quebra vai crescer mais que a outra. Hoje com 4 anos, quase 5, a gente nem nota mais a diferença.
  • A perna quebrada também vai parecer mais fina, magra. Isso depois volta ao normal.

    gesso

    Primeiro banho, primeira fisio, sentando pela primeira vez, ficando em pé no sofá, engatinhando, ficando em pé com apoio e finalmente em pé sozinho!

Ele fez um mês de fisioterapia 3 vezes por semana. A Fisioterapeuta tinha muuuuita paciência. por muitas vezes ele só queria brincar e não fazer o que ela pedia, porque mexia na perna dele e ele tinha medo que doesse. Não doía, mas ele tinha muito medo. Ela usava muito a curiosidade dele para alcançar as coisas, a vontade de andar na esteira pra que ele fizesse os exercícios sem perceber.

Na primeira semana na última sessão ele sentou.

Na segunda semana em casa ainda ele começou a engatinhar.

Na terceira semana lá na fisioterapia ele começou a dar os primeiros passos.

Cada criança tem um ritmo. Confesso que quando tiraram o gesso eu fiquei muito preocupada dele não conseguir nem colocar o pé no chão. Mas depois das 3 semanas de fisio ele se recuperou totalmente!

Se posso dar um conselho é ter muita paciência, com a criança na fisio e com o profissional que atende. Às vezes a criança chora, reclama, mas é preciso fazer o exercício corretamente pra ter um melhor resultado.

Espero que tenha ajudado quem quer saber sobre a recuperação depois do gesso!

BjoS!!!

14 anos Bodas de Marfim

Amor, hoje completamos 14 anos casados!

Passei a semana pensando em tudo o que já passamos juntos, lugares onde moramos e me deu uma louca pra procurar no Street View pra ver como estão as casas e apartamentos por onde passamos🙂.

Quando nos conhecemos você morava aqui na casa dos seus avós:

 

E eu aqui:

 

Mas depois mudei pra cá onde era a casa dos meus avós também kkk:

 

Não muito tempo depois, nós mudamos juntos para o aperta, digo, apartamento :

 

Aí o Mateus nasceu aqui (Hospital Harmonia):

 

Uns meses depois as coisas ficaram meio apertadas… e precisamos nos mudar pra um lugar mais barato. Uma casa azul nos fundos da casa de um Sr. simpático mas que criava galinhas que cagavam na minha calçada kkkk🙂 :

Mas ficamos pouco tempo aí, e mudamos pra Curitiba e moramos um bom tempo ali na casa ao lado da Tia Solange e do Tio Cajo. Tinha um papagaio que morava no sobrado da frente que adorava atravessar a rua e subir no meu ombro! Eu ficava morrendo de medo dele morrer atropelado! O vizinho adorava o Mateus e o Mateus adorava o “cáoxujo” (um carro velho kkk) dele! O Mateus também pulava o muro da casa da tia pra brincar com a Meg😀 :

Mas na época era grade, que chato pixarem o muro!!!

A gente precisou se mudar e conseguimos ir para um apertamento, sim, ainda menor que o primeiro kkk! Mas foi muito bom morar ali. O Mateus tinha espaço pra brincar, conheci a Adri, uma pessoa que foi muito especial pra mim! Mas era muito pequeno MESMO KKKK!

No prédio rosa🙂 Mas não era rosa antes! Era bege com marrom, ou algo assim…

Resolvemos mudar pra um lugar mais espaçoso, depois de um booom tempo morando ali. Fomos pro predinho no Bairro Alto. Foi aí que adotamos a Ebony e mais tarde resolvemos engravidar do Biel😀

E antes do Biel nascer mudamos para cá, era bom morar aqui! Pena que foi pouco tempo, ou melhor, nem tanto porque viemos pra Londrina:

 

Biel nasceu aqui:

Como já disse logo mudamos pra Londrina:

 

E aí a Lais nasceu aqui:

E agora estamos em uma outra casa🙂.

Que não aparece no Street View hahaha!

Por que resolvi fazer esta retrospectiva?

Eu acho muito importante termos consciência de onde vemos e da nossa história, muita gente melhora de vida e esquece de como era antes.

Não interessa onde ou como nós moramos. O importante é estarmos juntos por mais simples que isso possa parecer. Mas é. Nós não mudamos (várias vezes meldels!) só de casa. Com o tempo mudamos muitas outras coisas para melhor. Por amar o outro e querer sempre melhorar para o outro. E assim a gente vai, rumo aos 50 anos de casados!😀

Te amo!!!

BjoS!

Matéria sobre Parto Domiciliar na Folha de Londrina

Pois cada vez que fazem alguma entrevista relacionada com a humanização do parto pensamos sempre pelo lado bom. Vendo pelo lado bom as pessoas sabem que a opção existe, que os casos tiveram êxito, acabam se conscientizando que se tiver a assistência adequada (e não necessariamente médica, uma enfermeira obstetra ou obstetriz + pediatra por exemplo) e sendo uma gestação bem cuidada no pré-natal e de baixo risco é totalmente possível, viável e recomendável ter o bebê em casa.

Mas saiu uma matéria na Folha de Londrina que é impossível eu ficar quieta…

Não, não estou aqui para brigar. Estou aqui para argumentar. E vou fazer isso no maior estilo Madrasta do Texto Ruim, minha musa inspiradora!

Em roxinho quem fala sou eu, tá?

Perigo ou conforto?

Enquanto cresce o interesse pelo parto domiciliar, médicos alertam sobre os riscos.

Tá, sério mesmo que vocês estão comparando desta maneira? Já começou mal… Parto domiciliar não é uma questão apenas de conforto e se for bem planejado e assistido não há perigo nisso!  Perigo foi demais. Alertar sobre os riscos das cesáreas ninguém quer também né?

Para ter Surya em casa, Fernanda Rocha fez todo o pré-natal corretamente e não apresentava nenhum problema que inviabilizasse o procedimento. 

Ter o bebê no aconchego do lar, acompanhada do marido e familiares parece cena de filme antigo, mas é uma opção adotada por muitas mamães modernas. Obstetras e pediatras, no entanto, têm ressalvas quanto ao procedimento.  Nem todo obstetra e nem todo pediatra. Procedimento? Assistência ao parto seria o mais adequado. Eles não querem dar assistência ao parto domiciliar, certo? Mas tudo bem, vamos continuar.

A empresária Fernanda Alves de Sousa Rocha já tinha visto um programa sobre parto natural há alguns anos e quando ficou grávida da pequena Surya, hoje com pouco mais de 7 meses, voltou a pensar no assunto. ”Tenho também uma amiga que participa do grupo Gesta, de Londrina e ela me deu informações, mas só comecei a pensar em ter meu bebê em casa aos oito meses de gestação.” Já era um desejo dela ter a opção de escolha de ter a bebê em casa, isso há anos. Agora ela queria colocar isto em prática.


Ela conta que teve que mudar de obstetra, já que o primeiro se opunha ao parto domiciliar. O segundo profissional a apoiou e orientou sobre o que deveria ser feito para que o parto ocorresse em casa. ”O parto é familiar é amor puro. Obstetra este que não participa da reportagem (nem a pediatra). Mais abaixo na matéria podemos ver claramente o motivo. Participaram apenas meu marido, meus pais e minha sogra, além da doula, do obstetra e da pediatra. Acredito que a cabeça manda no corpo e por isso não tive medo.” A cabeça manda no corpo, gostei! Quer dizer que foi uma decisão RACIONAL. Foi pesquisado, pensado.


Para ter Surya em casa, Fernanda fez todo o pré-natal corretamente e não apresentava nenhum problema que inviabilizasse o procedimento. ”Ela estava posicionada corretamente, não tinha o cordão enrolado no pescoço.” Parto de baixo risco. Ok.


Ela conta que nem todos receberam a notícia com tranquilidade. Sua mãe, que passou por um parto complicado justamente no nascimento de Fernanda, se assustou com a escolha da filha. ”Eu nasci com o cordão enrolado no pescoço, foi bem complicado. Depois que expliquei como tudo aconteceria ela acabou aceitando. Já meu pai recebeu melhor a notícia.” Eu não sei ao certo como foi o nascimento da Fernanda, mas cordão enrolado no pescoço é algo comum e não inviabiliza parto. Mesmo que muitos obstetras deem esta desculpa ou outras como o cordão estava PERTO do pescoço.


No dia do parto a única solicitação do obstetra foi que ela fosse ao hospital fazer um exame para avaliar os batimentos cardíacos do bebê. ”Eu fui e voltei correndo para que ela nascesse em casa. O obstetra trouxe material para primeiros socorros e sutura, anestesia e aparelhos para medir batimentos cardíacos. A pediatra que acompanhou o parto também trouxe balão de oxigênio e sondas.” Ou seja, nada igual ao parto de antigamente onde não se tinha nenhum recurso!


Fernanda conta que o trabalho de parto começou na manhã do dia 31 de julho e durou 10 horas. ”Meu marido cortou o cordão umbilical. Ela mamou logo após o parto, foi tudo muito tranquilo.” Foi tranquilo? Que milagre!!! Porque poderia tanta coisa ter dado errado que num hospital não daria né? Oh wait… no hospital também dá muita coisa errado não é mesmo? Como infecções hospitalares, intervenções desnecessárias, e cesarianas desnecessárias por pressão do médico E da família. Sem falar da violência obstétrica e algumas humilhações por parte da equipe que muitas mulheres passam.


O estilo de vida da família contou bastante na decisão da empresária. Ela e o esposo já levavam uma vida natural, são vegetarianos, prezam alimentação saudável, gostam de acampar e ter vida ao ar livre e raramente recorrem aos medicamentos alopáticos, priorizando a medicina chinesa. ”Minha gestação foi tranquila, isso possibilitou fazer o procedimento. Cada caso é um caso e o apoio familiar é muito importante.” Aqui parece, só parece, que parto domiciliar é coisa de “bicho-grilo” hippie ou coisa parecida. Sinto muito informar mas muita gente “urbana” que se entope de Mc Donalds e toma Coca-Cola (e usa calça apertada rs) tem optado por ter seus filhos em casa, e olha só… tem conseguido!!!


Atendimento domiciliar em três cidades

Patrícia Merlin, doula e educadora perinatal em Maringá (Noroeste), já acompanhou alguns partos domiciliares. Ela mesma teve dois de seus três filhos em casa e acredita que isso faz toda a diferença na hora de dar à luz. Patrícia é coordenadora do Gesta🙂 O blog dela é o A Bolsa da Doula. Não só acredita como tem certeza! O primeiro foi cesárea e as outras duas parto domiciliar.

”O parto domiciliar ainda não é frequente. Tem muita mulher que quer, depois percebe que não é tão simples e desiste no meio do caminho. No Paraná temos atendimento domiciliar em Cascavel, Curitiba e Maringá. Nesses locais já se conta com uma equipe.Equipe! Não é nada feito por acaso! Em Londrina tivemos duas experiências, mas é difícil achar quem atenda em casa”, reconhece. Entenderam? Não é todo mundo que pode nem todo mundo que quer, mas quem quer deveria ter no mínimo a vontade respeitada e uma assistência digna!

Para a doula, a intimidade e o conforto que a mulher tem em casa são fundamentais para seu estado emocional na hora do parto. ”Ela pode ficar do jeito que quiser, no local que quiser. No hospital ela fica restrita ao quarto, que em geral é pequeno.” No hospital vai ter sempre alguém pra ficar entrando no seu quarto e tirando a sua concentração e privacidade. Pra perguntar se já está doendo com aquela cara de: por que não vai logo para a cesárea e desocupa o quarto? Sempre vai ter alguém acendendo a luz, entrando sem bater à porta, e finalmente desencorajando e te chamando de corajosa (na verdade querendo dizer louca) por ter escolhido um parto natural. Experiência própria e de muitas outras mulheres, sim, aqui em Londrina.

Patrícia afirma que é necessário também haver uma assistência médica para que a mulher se sinta segura. ”A doula não é uma parteira. Ela dá apoio para a mãe e para o marido, é alguém que vai apoiar a família durante o processo, mas qualquer intervenção, mesmo simplesmente medir a temperatura, deve ser feita por uma enfermeira ou um médico.” Mais uma vez, assistência digna.

Nos seus quase 10 anos como doula, ela nunca presenciou intercorrências graves nos partos domiciliares. ”Já tivemos uma mãe com um trabalho de parto prolongado e também uma outra que acabou pedindo para ir para o hospital para fazer a analgesia, mas não porque houvesse um problema.” Estava tudo bem, uma demorou um pouco mais e a outra foi pro hospital por vontade própria (que foi respeitada, o que não aconteceria num hospital por exemplo se a mulher quisesse ficar em pé e MANDAM ela ficar deitada…).

A profissional ressalta que no parto domiciliar, embora seja permitido a presença de quem a gestante quiser, é melhor que seja restrito apenas ao marido, equipe de apoio e filhos. ”Já tivemos uma situação em que a mãe da gestante interferiu tanto que a mulher desistiu e acabou fazendo uma cesárea”, conta. Concordo plenamente! O parto é da mulher! A vontade dela deve ser respeitada. Nenhuma que eu conheço iria contra uma intervenção necessária. Só queremos um pouco de respeito nas nossas decisões. Na realidade precisamos de apoio também, mas se você não pode dar o apoio fique longe!

Mesmo com a equipe levando vários aparelhos e suportes que mãe e bebê teriam no hospital, a parturiente também precisa estar ciente dos riscos e pronta para assumir a responsabilidade sobre o que vier a acontecer no parto. ”Mulheres com gestação de risco não podem fazer parto domiciliar, nem mesmo quem teve alteração de pressão durante a gravidez.” O atendimento domiciliar tem um custo, que leva em conta o número de profissionais, a experiência da equipe e também o município. Segundo ela, o valor varia entre R$ 1 mil e R$ 10 mil. (E.G) Mais uma vez… não é para todas as mulheres! Isso acho que ficou muito claro, não é?

‘O melhor local é no hospital’

O ginecologista e obstetra Antônio Caetano de Paula, presidente da Associação Médica de Londrina, acredita que fazer um parto em casa seria o mesmo que ir a São Paulo a cavalo. ”Só se justifica se for tão rápido que não dê tempo de chegar ao hospital. As pessoas encaram o parto como uma festividade e não como um procedimento médico”, observa. Desculpa Dr.. O parto é sim uma festividade. E não é um procedimento médico. Assistência ao parto sim, é um procedimento médico ou da enfermeira obstetra/obstetriz. Mas eu acho que o senhor nunca pariu nenhum dos bebês das suas pacientes, não é mesmo? Parir é um ato da mulher! O senhor só conseguiu deixar claro como encara o parto das suas pacientes. Como uma doença como outra qualquer que o médico está ali para curar. Não, o parto não é isso! E se eu quiser ir para São Paulo a cavalo? Se eu tiver condições físicas para isso e quiser aproveitar a paisagem, não posso? E se para me ajudar no caminho eu usar um GPS? Qual o problema em se usar a tecnologia a favor do conforto da mãe na hora do parto?

Eu rezaria mesmo para que meu parto fosse bem rápido se eu estivesse com um médico que pensa assim. Pelo menos não daria tempo de se fazer a maioria das intervenções “padrão” de um parto hospitalar.

De acordo com o obstetra, os problemas podem ocorrer com qualquer pessoa, mesmo com aquelas mulheres que fizeram o pré-natal corretamente. ”Em alguns casos não há tempo de chamar uma ambulância. O parto é um momento de alegria mas há riscos”, resume. O mesmo acontece com as cesáreas desnecessárias. Que aliás apresentam riscos maiores e isso não é impedimento para que elas continuem sendo feitas sem ao menos se informar a paciente sobre isso. Pelo menos quem escolhe fazer um parto domiciliar está muito bem informado sobre todos os riscos e complicações que possam acontecer. Aliás toda gestante deveria estar muito bem informada que toda gestação tem seu risco. 

Mesmo o parto realizado em casa sendo uma ocorrência comum antigamente, Caetano acredita que os tempos eram outros, Os tempos eram outros, não existiam recursos para atender uma emergência em casa. assim como o corpo e comportamento femininos. ”As mulheres não ficavam sentadas o dia todo, realizavam mais atividades físicas e não usavam roupas apertadas. Para tudo!!! A culpa é da LYCRA!!! E espartilho, não se usava??? Cadê evidência científica que o pseudo sedentarismo e as roupas apertadas dificultam um parto natural? Se fosse assim eu teria tido os três de cesárea minha gente! Não se justifica colocar mãe e filho em risco sendo que nos hospitais se pode fazer um parto humanizado.” Mas Dr., se ela tem uma assistência competente, que risco seria este? Quem sabe o risco de ter que acompanhar o parto por horas, ou não conseguir fazer uma cesárea sem indicação realmente necessária? Alias, quantos partos humanizados o Dr. em questão já acompanhou? Não estou falando de parto sem anestesia apenas. E as cesáreas sem agendadas não colocam a mãe e o bebê em risco? Por que elas são justificáveis?  

A opinião é compartilhada pelo pediatra Milton Macedo de Jesus, que destaca que os três primeiros minutos de vida são fundamentais para a criança. ”Se alguém pudesse garantir que a criança fosse nascer bem, ela poderia nascer em casa, mas se não nascer bem, ai é o problema”, destaca. ”Nesse momento tem que ter um profissional junto, não dá tempo de esperar porque isso pode significar sequelas graves e permanentes”, acrescenta. Quer dizer que não há nada no mundo que garanta que um bebê vai nascer bem? A OMS deve estar muito desatualizada… e além disso então podemos dizer que uma cesárea também não é garantia que o bebê vai nascer bem? Hum… Sem contar os lugares onde não existem médicos, vamos fazer o quê? Proibir as mulheres de engravidar?

O pediatra acredita que a escolha pelo parto domiciliar vem de países mais desenvolvidos, mas que a saúde no Brasil não permite que a prática seja comum por aqui. ”São países em que há uma retaguarda e um transporte de urgência imediato. O melhor local para uma criança nascer, no Brasil, é no hospital.” Ué… mas o outro falou que era um retrocesso, o senhor diz que é só em países desenvolvidos? Afinal, qual é o problema das mulheres brasileiras principalmente da rede particular que não estão mais conseguindo parir seus filhos? O físico delas não é mais ou menos desenvolvido, o que será que não desenvolveu o suficiente para que tenhamos o direito de escolher onde e como parir?

Macedo ressalta que não é a mesma coisa estar em casa com equipamentos do que estar no hospital, já que nem todos podem ser levados para a casa da parturiente. ”Não tem como fazer todos os atendimentos em casa. A mãe deve estar ciente de todos os riscos e decidir junto com os profissionais. Mesmo um pré-natal sem problemas não é garantia de que tudo vai dar certo. É algo para uma clientela diferenciada, restrito a poucas pessoas”, ressalta. (E.G) Quer dizer que a garantia que vai dar tudo certo está em você ter o bebê em um hospital? Sério mesmo? Olha que todos os médicos que conheço dizem que o pré-natal bem feito sempre foi um bom indicativo que está tudo bem com a mãe e com o bebê, e estando tudo bem é muito difícil algo dar errado. E se der errado, daria em casa ou no hospital. Parece você coloca seus pés para dentro do hospital e seus problemas acabaram!


Fica bem claro o que vem acontecendo nos últimos anos. Tiraram o parto das mulheres. A decisão não é mais delas. É de todo mundo (marido, mãe, pai, sogra, irmã, cunhado, tia vó, papagaio, periquito) que querem saber muito mais o que ela deve fazer que ela mesma. Além de terem a experiência de parto roubada ainda são expostas a riscos desnecessários (caso das cesarianas sem indicação clínica real) e querem desmoralizar quem se informa e vai atrás de tomar de volta o parto para si. Muitas mulheres acham cômoda essa posição de não se responsabilizar por nada do que acontece com seu corpo e com seu bebê. Infelizmente é assim. Cedem à pressão externa mesmo sem perceber, pensando que a convicção de escolher o mais arriscado era totalmente dela.

Eu conversei por vários minutos com a repórter sobre o assunto quando ela me ligou pedindo os contatos para as entrevistas. A Patrícia Merlin também conversou com ela vários aspectos que não só o conforto sobre o parto domiciliar. Mas os médicos entrevistados são contra (e deu para perceber que não se basearam em nenhuma evidência científica) e logicamente aproveitaram a deixa para falar que ter o filho em casa é uma loucura mesmo estando tudo bem. E com os médicos falando isso eu entendo perfeitamente que não teria como a reportagem escrever outra coisa.

Infelizmente aqui em Londrina os médicos são desencorajados a acompanharem partos domiciliares e não contamos com uma equipe de enfermeiras obstetras (ainda) que seriam os profissionais ideais para atender um parto em casa.

Mas pelo menos foi falado sobre o assunto. 

Otimismo, trabalhamos.

BjoS!!!

Galinha Pintadinha em Londrina! Nós fomos!!!

Quando a Letícia (@bruxaod) me perguntou se eu sabia que teria show da Galinha Pintadinha aqui em Londrina eu pensei comigo: ferrô. Já venderam todos os ingressos e eu fiquei sem, porque né? Imagina, a Galinha em “pessoa” e penas aqui na nossa cidade… lógico que vai lotar!

Fui atrás de informações e só consegui encontrar a data. 4 de março. Eu precisava sair de casa para fazer umas compras e quando estou descendo do carro no centro vejo um casal com camisetas da Turnê Oficial da Galinha Pintadinha e penso: obrigada Deus! KKK

Eles me contam onde vendem os ingressos (eu não anoto e esqueço, ainda bem que tem Maíra pra me ajudar…) falo com a Kaká e na segunda-feira já estamos de manhã comprando nossos ingressos porque não ia rolar ficar de fora dessa!

Ingressos comprados e vem aquele medo de ir sozinha com Biel e Lais. E se ele não se comportar? E se ela se assustar com o som alto e com os bonecos e só chorar? Mas fui gente, com a cara e a coragem (e uma azia duzinferno)!

E foi lindo!!! Antes de começar o show a Lais meio que quis chorar com a passagem de som (que eu achei um tico alto demais, alias isso e a falta de ar condicionado foram as únicas coisas ruins) mas depois que começou foi só alegria! O Biel e ela curtiram muito! Ele se comportou o show inteirinho e cantou, dançou e se divertiu pra caramba junto com a Bia!

A Lais na música da Mariana fazia o número 1 com o dedinho, coisa linda e fofa de se ver!

No comecinho do show me bateu uma emoção que eu até chorei. Aí olhei para os lados pra ver né se não tinha mais ninguém chorando… não consegui ver direito e pensei comigo:

– Suas coração de pedra!!! Um show lindo desses e vocês aí sem chorar?

Depois, conversando com algumas amigas eu descobri que não fui a única a me emocionar (ufa!). Foi lindo mesmo, quem sabe por serem músicas que escutávamos quando criança acabam mexendo muito com a gente.

O show é demais! Tem o tempo certo, a animação da apresentadora é demais, os bonecos e fantoches são lindos e o repertório é perfeito. Se tivesse mais vezes eu iria com certeza!

Ficam as fotinhos:

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BjoS!!! Popó!

Hoje é o Dia do Gabriel!

Filho lindo!

Hoje faz 4 anos que você nasceu!

E eu estou muito feliz e orgulhosa por você.

Esse ano tá cheio de novidades né? Mudou de cadeira no carro, entrou na escola, ta indo super bem! Já foi nomeado o menino mais simpático e falante do Ensino Infantil (eu já sabia!). Só precisa estreitar mais o relacionamento com a mana, mas eu entendo que não é fácil dividir a vida com a irmã mais nova. Mas compensa viu?

Eu espero que você seja muito feliz nessa nova etapa! Que faça bastante amigos, que tenha uma professora bem legal pra você lembrar sempre com carinho dela como sua primeira professora. Que a gente faça muita tarefa de casa juntos e continue se divertindo com suas pérolas🙂.

Nós te amamos seu lindo!!!

BjoS!!!

Férias de final de ano: Como foram Parte II

Chegamos em casa, mata saudade da gata (ela é o motivo de sempre tirarmos férias mais curtinhas, ela fica bem com água e ração suficiente mas temos medo que sinta muito a nossa falta) desfaz as malas, lava algumas roupas que ainda estavam sujas (porque no Rio já fui deixando as roupas em dia) e no outro dia passa tudo e coloca na mala porque no próximo dia é hora de colocar o pé na estrada novamente e dessa vez sem paradas para dormir, vamos pra Florianópolis!

A viagem foi tranquila. Passamos por Curitiba mas foi só passagem mesmo, nem paramos lá pra comer nem nada. O objetivo era chegar não muito tarde em Floripa porque íamos pegar a chave do sobrado com uma vizinha. Ficamos no sobrado de um colega do Daniel. Foi muito gostoso ficar lá! Era no Balneário de Ingleses. Uma parte da ilha que fica perto de todas as praias que costumamos ir quando vamos pra lá. Vamos só naquelas bem mansinhas pras crianças e eu poderem brincar. As praias são por ordem de preferência: Daniela, Canasvieiras e Cachoeira do Bom Jesus. A primeira e a última são mais sossegadas e Canasvieiras tem mais comércio tanto na areia como no balneário e é lá que os meninos alugam o caiaque.

Chegamos de noitinha, pedimos uma pizza e fomos descansar. Na primeira noite estávamos sem o repelente de mosquito que vai na tomada mas passamos repelente (aquele da Turma da Mônica) em todo mundo e ninguém foi picado. (Na outra noite com o repelente de tomada fomos picados, então fica a dica de passar mesmo o repelente que é melhor rs…). A casa tinha toda a estrutura que temos na nossa casa só que com 3X mais espaço kkk, então foi muito tranquilo e gostoso ficar lá.

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E nossos dias seguiram com almoços deliciosos em casa, idas a praia, idas a restaurantes de frutos do mar e rodízio de pizza, shopping, praia, comida, descanso, brincadeiras, meninos no caiaque e eu fazendo o que faço de melhor na praia: comer milho e churros!  Nossa gente, foi uma delícia!

Num dos passeios na praia fomos conhecer a praia do Santinho. Meninos foram ver as dunas que eu não acho graça nenhuma e eu e a  Lais fomos passear pela beira da praia. Vê uma água viva morta na areia aqui, um baiacu morto ali… quando vejo 3 homens vindo conversando… olho pra um deles e penso:

– Nossa, que moço parecido com aquele ator, Murilo Benício…

Aí eles passam e eu escuto “blablabla whiskas sachê… Manoel Carlos… whiskas sachê…” Era o Murilo Benício. Mas eu sou lerda hein??? Nem com a câmera eu tava pra dar uma de paparazzo.

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Pituca nos primeiros contatos com areia lá no RJ eu já vi que ela não teve assim um caso de amor à primeira vista. Em Floripa não foi diferente. Era colocar ela sentadinha na areia que ela começava: aiaiaiai! Dodóooooi! E chorava… Mas somos brasileiros e não desistimos nunca! Nos últimos dias ela já estava até comendo areia se divertindo com a areia! Já a água, ela adorava, tanto no sling quanto fora do sling ela aproveitou bastante!!! E fez maior sucesso né? Minha Pituquinha fofa com seu óculos de sol féxio! KKK

Os meninos foram os que mais brincaram na praia. Na água, na areia… Na casa tinha um guarda-sol que eu apelidei de tenda pois era enorme! E pra colocar o guarda-sol na areia tinha um daqueles furador de areia sabe? E o que os meninos mais gostam de fazer na praia? Buraco na areia! Nuss precisam ver a alegria quando eles descobriram que o furador era mais eficiente que cavar! Biel aquela simpatia de sempre, conversando com todos os ambulantes, fazendo amizade com todas as crianças… chegavam em casa tomavam banho e capotavam!

Fez sol em quase todos os dias. No último dia o tempo ficou meio feio mas ainda deu pra pegar praia. E calor, muito calor! Uma delícia! Os vizinhos do sobrado eram ótimos e tinham crianças, nem precisa dizer que o Biel se esbaldou!

Nosso plano era passar o Natal em Curitiba, mas quase que não deu certo porque a casa do pai e da tia ainda não estava pronta. Até tentei ver com alguém uma casa em Curitiba pra gente ficar só pousando mas não rolou. No fim ganhamos de presente os dias no hotel do pai e da tia. Melhor coisa que eu poderia ganhar Smile.

Então fomos pra Curitiba e passamos o Natal com eles no apartamento da vó Cecy!

Foi bem gostoso! Pra variar a comida da tia Mara estava uma delícia. O Mateus ficou pousando lá com eles e ajudou a arrumar a ceia (morro de orgulho!)  Só não foi mais divertido porque o Arthur da Anica estava com dor de garganta (e tinha sido examinado mas a médica falou que não era garganta hunf!) e estava daquele jeito que quem é mãe sabe como bebê fica. E a Anica e o Fábio ficaram preocupados com ele como todo mundo que tem filho ficaria. E eu não pude apertar e brincar com ele como eu queria, tá me chamem de egoísta mas o menino é um lindo fofo! Ok, eu queria que a Lais brincasse com ele também, mas primeiro eu hahaha! Não tem problema! Numa próxima ele não me escapa…

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O Pai comprou um X-Box com Kinect (por que eu sempre ligo o nome disso com cozinha???) e ficamos lá brincando um monte.  Não imaginava que no dia seguinte estaria TODA DOLORIDA! Vai véinha!!!
Ainda deu tempo de eu conhecer a Luciana Ivanike!!! Mas a gente não tirou fotos juntas. Só tirei uma foto do Dani segurando as duas pitucas: Lais e Alice!

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No dia 25 voltamos pra casa no esquema diretão também. Passamos o Ano Novo com a Maíra o Rodrigo e a mãe do Rodrigo, a Tânia. Fomos ver os fogos no Lago Igapó que estavam maravilhosos (só que a gente se perdeu um do outro e cada um viu de um ângulo kkk). E foi muito gostoso passar o ano com eles! Nos divertimos pra caramba e ainda por cima comemos um monte, eu e a Maíra estamos de parabéns! KKKK (Cadê modéstia gente?). No outro dia voltamos pra comer de novo hahaha!

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E acabôooo acabô! Passei uma semana deprimida e sem diarista ajeitando as coisas pra que 2012 seja tão legal quanto foi 2011 pra gente!

Obrigada mesmo a todos os envolvidos em uma das melhores férias que já passamos! (Alzira e Hilton, Leo e Carol, Rodrigo e Cláudia, Pai e tia Mara, vó Cecy, Lu Ivanike, Maíra e Rodrigo e a Tânia).

Amorzo, eu te amo demais! Obrigada por fazer com que sonhos virem realidade nas nossas vidas! O melhor  é poder fazer tudo isso com você!

 

BjoS!!!

Férias de final de ano: Como foram? Parte 1

Se eu falar foi MARAVILHOSO! Eu já teria dito tudo o que foram as férias sem mentir nem um pouquinho!

Mas eu não acho isso tão interessante de ler hehe!

Decidimos ano passado que no fim de 2011 nós iríamos conhecer o Rio de Janeiro. No aniversário da Bia filha da Kaká que é dinda da Lais comentamos com a Dna. Alzira (que mora no Rio) que quando fôssemos pra lá com certeza passaríamos na casa dela para visitar. Mas ela não se contentou e convidou a gente pra ficar lá. Lógico que aceitamos! Ela é uma pessoa muito carinhosa e desde sempre eu já tinha certeza que seria um tempo muito gostoso ficar na casa dela. (E fora a economia com hotel né gente?).

Já tínhamos onde ficar e fomos partir pro planejamento do transporte. Faz as contas dali e daqui (marido que faz né, eu dou aqueeele apoio moral) e vimos que ir de carro mesmo parando para pousar em hotel no meio do caminho da ida e da volta seria muito mais barato divertido e tranquilo. Explico: meus filhos se comportam suuuper bem em viagens. Não enjoam, não choram e de carro não tem saguão pra ficar correndo atrás deles. Com o nosso carro no Rio ficaria mais fácil para fazer os passeios. Resolvemos ir de carro mesmo😀.

E partimos! Dia 10 de Dezembro. Destino: Ibis de Indaiatuba (que era mais barato que o de Campinas oras).  Comendo batata Plingus (c/c Bigu da Lu Brasil) e cada um tomando o que mais gosta: marido água de coco, Mateus e Biel sucos e eu chá com limão. Lais no peito, lógico mas também tomas os suquinhos dos irmãos hehe. Sempre que tem alguma parada decente nós aproveitamos. O Graal sempre é uma ótima parada! Isso desde que eu era adolê e fui com meu pai de Curitiba pra São Paulo pra ver o GP de Fórmula-1. Sempre tem comida fresquinha, fraldário, carrinho pra bebê e em alguns até parquinho para as crianças tem. Com crianças ter paciência e parar sempre que possível é fundamental!

Olha só que delícia é viajar com os filhos!

Antes de chegar em Indaiatuba passamos por ITU (caps lock intencional rs…) eu não sei vocês mas desde crianças eu tinha muita curiosidade de conhecer a cidade de Itu😀 (me deixa!). Nem precisa dizer que foi divertido né? Depois de Itu seguimos pro hotel. Enquanto faz o check-in meninos brincam com o lustrador de sapatos. É quase uma tradição já isso.  E a Pituca parece que já entende tudo gente! Tenho que contar que toda manhã quando ela acorda ela vira pra gente e fala: Acodei! É uma fofa!!! Não deu trabalho nenhum em nenhuma etapa da viagem. No outro dia acordamos e fomos em direção ao Rio passando por Campinas. Resolvemos almoçar no Shopping Iguatemi. Foi corrido mas deu tem pra tirar foto correndo da decoração de Natal que tava bem linda!

Itu, Ibis Indaiatuba e Shopping Iguatemi Campinas (Clica que a foto fica maior rs…)

E seguimos pro Rio! Mais Graal, mais Plingus, mais água de coco, sucos e chás… pegamos uma filinha da Dutra mas nada muito demorado não. Chegamos na casa da Dna. Alzira e ela esperava a  gente com um cachorro-quente delicioso!!! Conversamos bastante com o mano e a cunhada da Kaká e fomos descansar pra passear no outro dia😄.

Agora vem uma parte muito interessante da viagem. Eu ainda não contei aqui no blog (na verdade ta no rascunho, fiquei esperando as fotos, elas vieram e não terminei o post) mas em maio fomos padrinhos de casamento da Carol e do Leo. Eles eram do nosso grupo de jovens lá na igreja que frequentávamos em Curitiba. Uns dias antes da viagem a Carol me chamou no Face e me contou que tava muito feliz porque eles tinham conseguido um pacote bem legal pra passar uns dias no Rio. Detalhe: eu não tinha contato pra quase ninguém pra onde a gente ia, eles nem sabiam. Perguntei quando eles iriam e era só um dia antes que a gente! Combinamos de nos encontrar lá no Rio. Outro detalhe, eles moram numa cidade perto da nossa kkk!

O Rio de Janeiro é mesmo lindo! É tudo o que falam e mais um pouco! A casa da Dna. Alzira fica na Rua Paissandu e é uma rua linda! É ladeada de palmeiras imperiais que D. Pedro II mandou plantar para enfeitar o caminho para o Plácio Guanabara onde a Princesa Isabel foi morar. Olha só:

No outro dia almoçamos na Dna. Alzira e teve de sobremesa um Pavê MARAVILHOSO (desculpa eu me apego às comidas gostosas e isso é um ponto importante da viagem pra mim) fomos para o Bondinho! Coisa mais linda! Biel fez todo mundo rir quando alguém falou pra ele:

– Sabia que aquele é o Pão de Açúcar?

– Nãaaao! Aquilo é só uma pedra!

Uma das pérolas do Biel hehe! Ainda fez amizade com uma gringa que acho que era Uruguaia pelo jeito. Lais fez maior sucesso de óculos de sol e sling. Tive que apelar pro sling pra levar o Biel de volta também. No Pão de Açúcar só tem trocador lá em cima é meio precário. Então tive que trocar a Lais nem um dos bancos que tem na entrada mesmo  rs…

A noite fomos encontrar a Carol e o Leo no Barra Shopping, ficamos lá até fechar e depois levamos eles pro hotel. Não me perguntem como KKKK! No shopping até vimos umas famosidades. O Malvino Salvatori, a Sophie Charlotte e a Fabiana Karla (não sabe quem é? Joga no Google!).

Na terça fomos no Cristo junto com o Leo e a Carol. Eles almoçaram com a gente na Dna. Alzira e podem provar que o que eu falo da comida dela é verdade haha! Dessa vez era frango com feijão, arroz, salada e lógico, o pavê! Lá no Cristo tava lindo! Um sol maravilhoso, deu pra ver tudo e tirar muitas fotos! Nós fomos de van e não de trem e foi bem tranquilo. O Mateus quase me deixa a bolsa da Lais no mirante mas tudo bem KKK! Lá de cima parece que é tudo mais bonito ainda! Nossos compadres foram para o aeroporto. Estar com eles no Rio foi o típico momento Mastercard😀.

Morro um pouquinho de amor cada vez que vejo a fotinho do Biel de braços abertos... nhoim!

Passamos o final da tarde na praia de Ipanema. Eu bem avisei o Mateus que não teria como entrar na água que as praias lá são geladas e bravas. Mas ele só acreditou vendo e sentindo ne? Rs… Se contentaram em cavar buracos e fazer castelinho na areia. Já eu fiquei feliz com o sorvete de pistache maravilhoso que eu comi!!! Acho que era Itália sorvetes ou coisa assim. Na volta pra casa sempre um lanchinho gostoso esperava a gente, é muito amor viu?

Eu tenho uma mini garota de Ipanema KKK

Quarta fomos conhecer a ponte Rio-Niterói. Como é bagunçado o trânsito de Niterói! E o mais engraçado é que faz mais calor lá que no Rio. Fomos no shopping e a criançada lógico que se divertiu bastante! Voltamos pro Rio e eu não ia ficar contente se não fosse conhecer a estátua do Carlos Drummond de Andrade na praia de Copacabana! Era tarde da noite e as pessoas andavam pelas ruas tranquilamente. Coisa que eu só vi no Rio de Janeiro. Experimenta fazer isso aqui em Londrina?

No outro dia rumamos para São Paulo. Tomamos nosso café, nos despedimos cheios de saudades já da Dna. Alzira e do Seu Hilton. Foram dias maravilhosos que eles proporcionaram pra gente. Muito obrigada pelo amor, carinho e cuidado!

Niterói, Copacabana a noite com o Drummond hehe, casa da Dna Alzira e Guarulhos

Niterói, Copacabana a noite com o Drummond hehe, casa da Dna Alzira e Guarulhos

Estrada novamente! Chegamos a noitinha no Ibis de Guarulhos e no outro dia pela manhã fomos pra Estação Tietê. Deixamos o carro no estacionamento e pegamos o metrô pra ir na 25 de março😀. Comprei alguns tecidos fofos e brinquedos pras crianças e voltamos para casa! Não tirei fotos porque não me senti segura hahaha!

Tá pensando que acabou aqui? Que não poderia ficar melhor??? Pois as férias tiveram a Parte 2 que eu to cansada de escrever agora, e você cansou de ler que eu sei por isso coloquei bastante foto, e vou continuar depois! O que eu posso dizer é que ir para o Rio foi a realização de um sonho, foi sim (daqueles que eu tinha quando assistia a Xuxa na tv KKK)! Não tenho como explicar o quanto foi gostosa a viagem, o quanto fomos bem recebidos e grazadeus ninguém passou mal da volta obrigada mopai!😀

BjoS!!!

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